clínica

SUGANUMA

SEJA BEM-VINDO

Uma equipe de dermatologistas e os melhores e mais avançados tratamentos da medicina para sua estética e saúde

O QUE NOS DIFERENCIA

Nosso diferencial está na união de três pilares: critério médico, tecnologia de ponta e acompanhamento.

Cada atendimento é conduzido com atenção aos detalhes, priorizando segurança e resultados consistentes. A partir da consulta, orientamos rotina de skincare, tratamentos e, quando necessário, procedimentos para sua fase de vida e objetivo estético.

Aqui você encontra um time médico preparado para tratar pele e cabelos com visão global: entendemos sua queixa, avaliamos o que está por trás dela e alinhamos expectativas com clareza e segurança.

Quando há indicação, combinamos tecnologias e protocolos personalizados para melhorar textura, manchas, firmeza e contorno, sempre com foco em naturalidade.

O objetivo é que você saiba exatamente o que fazer, por que fazer e como manter.

CAPILAR

QUEDA E DENSIDADE

MELASMA

MANCHAS E SOL

FLACIDEZ

FIRMEZA E CONTORNO

OLHEIRAS

VOLUME E COR

PARA CADA OBJETIVO, UM TRATAMENTO SOB MEDIDA!

Seu plano de tratamento do jeito certo: médico, personalizado e com tecnologia de ponta.

COMO CUIDAMOS DE VOCÊ

Acreditamos que o melhor resultado estético começa com uma avaliação dermatológica completa — porque pele, cabelo e saúde caminham juntos.

Na Clínica Suganuma, cada consulta é conduzida com tempo e critério: entendemos sua queixa principal, examinamos a pele e o couro cabeludo quando necessário, revisamos hábitos e histórico, e alinhamos expectativas com segurança.

Ao final, você sai com um plano personalizado: rotina de skincare, indicação de tecnologias e procedimentos, e um caminho de acompanhamento para evoluir com naturalidade.

Será um prazer receber você.

OS TRATAMENTOS MAIS PROCURADOS

MELASMA

CONTROLE CONTÍNUO

CABELOS

TRATAMENTO CAPILAR

FLACIDEZ

CORPO E ROSTO

REJUVENESCIMENTO

FIRMEZA E CONTORNO

TECNOLOGIAS PARA TRATAR O QUE REALMENTE IMPORTA

Cada tecnologia entra no plano por um motivo: melhorar textura, firmeza, manchas e contorno com segurança e previsibilidade. A escolha do método depende da sua pele, rotina e objetivo.

FOTONA

PLASMAGE

ELLEVA MAX

HELIOS 3 BURST

FOTONA

PLASMAGE

HELIOS 3 BURST

ELLEVA MAX

ULTRAFORMER

EQUIPE MÉDICA

DRA. MONICA SUGANUMA

CRM 145.648

DRA. AMANDA MICHELETTI

CRM 145.813

DRA. NICOLLE GUIMARÃES

CRM 220.602

DRA. AMANDA MICHELETTI

CRM 145.813

CLÍNICA SUGANUMA NA MÍDIA

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BOTOX DURA POUCO? MUITAS VEZES O PROBLEMA É A PELE.

Eu vejo isso com frequência no consultório: a pessoa faz toxina botulínica na testa e, em poucas semanas, sente que “já voltou tudo”. Ou fica com textura mais marcada, tipo “craquelada”, e até com o olhar mais pesado.

Quebra de crença importante:
Botox trata movimento. Mas nem toda queixa de “duração” é falta de toxina. Quando a pele está mais fina, com menos colágeno e mais flácida, ela não sustenta o resultado com a mesma qualidade.

Na prática, eu checo 3 critérios:
• MOVIMENTO: a ruga aparece só quando você mexe (ruga dinâmica)?
• LINHA EM REPOUSO: a marca fica mesmo com a testa parada (ruga estática)?
• QUALIDADE DA PELE: pele fina, ressecada, com aspecto de crepe e mais “solta”?

Critério testável em casa (rápido):
Relaxa a testa e se olha no espelho. A linha ainda está lá? Se sim, não é só sobre músculo.

Erro comum:
Tentar “compensar” colocando mais toxina. Em quem já tem sobrancelha mais baixa ou sensação de olhar pesado, excesso de toxina pode piorar essa percepção. Não é sobre mais. É sobre colocar certo.

O que fazer hoje:
• Observe seu padrão: o que te incomoda é a ruga ao mexer ou a linha que ficou marcada em repouso?
• Leve para a avaliação fotos/vídeos falando e expressando (isso ajuda a mapear movimento, sobrancelha e risco de pesar).

Expectativa realista:
O botox costuma ser mais rápido. Pele é construção: melhora de textura e firmeza leva semanas e, em alguns casos, meses.

Aqui na Clínica Suganuma, em Guarulhos, eu faço esse “mapa da testa” com você (movimento, posição da sobrancelha e qualidade de pele) para definir uma estratégia segura e coerente.

Salve pra revisar.
O que você sente mais: “dura pouco”, “craquela” ou “pesa”?
Nas primeiras 72h do preenchimento labial, o que te acalma é saber: isso é normal ou é alerta.

Quebra de crença: o 1º dia quase nunca é “o resultado final”. Na maioria dos casos, é resultado + edema (o ácido hialurônico puxa água e o lábio incha fácil).

Na prática, eu checo 3 critérios:
• TEMPO: começou e melhora em 24–48h (normal) ou piora com as horas (alerta)
• COR: cor habitual/roxo leve (normal) ou palidez/manchas escuras que não melhoram (alerta)
• TEMPERATURA/PELE: quente e sensível (normal) ou muito frio, bolhas/feridinhas (alerta)

Erro comum: decidir “colocar mais” no mesmo dia porque “pareceu pouco”. O inchaço engana para mais e para menos. Retoque não é impulso; é decisão clínica depois que o edema baixa.

O que fazer hoje
• Use compressa fria leve por poucos minutos, sem esmagar o lábio
• Observe e registre: foto em luz natural + evolução da dor/cor ao longo do dia (isso ajuda muito na avaliação)

Expectativa realista: pequenas assimetrias e sensação de lábio mais pesado podem acontecer no início e tendem a melhorar conforme o produto acomoda.

Eu atendo em dermatologia no Jardim Maia, em Guarulhos.

Salve pra revisar.
O que mais te assusta no pós do preenchimento labial: inchaço, roxo ou medo de ficar artificial?
Não existe “o melhor creme para os olhos” sem diagnóstico.

A quebra de crença é simples: na maioria dos casos, o problema não é a marca do creme. É a causa do seu “olhar cansado” não ser aquela que o tópico consegue tratar.

Na prática, eu checo 3 critérios:
• O que predomina: LINHA/TEXTURA, OLHEIRA, INCHAÇO ou SULCO/FLACIDEZ
• A cor da olheira: mais MARROM (pigmento) ou mais ROXO-AZULADA (vasos)
• O comportamento ao longo do dia: PIORA AO ACORDAR e melhora, ou é CONSTANTE

Um erro comum:
Tentar “resolver tudo” com um produto forte e aplicar colado na linha dos cílios. Irritação na pálpebra costuma piorar sensibilidade, descamação e até a aparência de olheira.

O que fazer hoje:
• Faça um teste simples no espelho: sorria e observe. Se as marcas aparecem principalmente com o sorriso, costuma ser mais LINHA/TEXTURA; se a sombra fica mesmo sem expressão, muitas vezes é mais SULCO/ESTRUTURA.
• Priorize segurança: menos atrito ao remover maquiagem, hidratação/barreira bem tolerada e cuidado com excesso de ácidos/retinoides na região.

Expectativa realista:
Creme pode ajudar muito em textura e linhas finas e, em alguns casos, complementar olheira e inchaço. Mas bolsas estruturais e sulco/afundamento geralmente têm limite com tópico — e é aí que o diagnóstico em dermatologia muda o plano.

Eu atendo no Jardim Maia, em Guarulhos, e vejo isso com frequência: quando a pessoa entende “qual é a sua caixa principal”, para de gastar no escuro.

Salve pra revisar.
Qual dessas 4 caixas descreve mais o seu olhar hoje: linhas/textura, olheira escura, inchaço/bolsas ou sulco/afundamento?
NÃO É PREENCHIMENTO. É PELE.

Na menopausa, na maioria dos casos, o “despencar” do rosto começa pela perda de qualidade de pele (e não pela falta de volume).
Quando o estrogênio cai, a pele muda por dentro: menos colágeno, menos hidratação natural, barreira mais frágil e mais tendência a inflamar e manchar.

Na prática, eu checo 3 critérios:
• BARREIRA: arde com produtos? repuxa após lavar? descama com facilidade?
• COLÁGENO/TEXTURA: poros mais aparentes, pele mais “frouxa”, textura irregular?
• PIGMENTO: surgiram manchas novas ou o melasma piorou, mesmo com rotina parecida?

Um erro comum:
Tentar “compensar” com procedimentos ou ativos mais agressivos antes de estabilizar a pele. Em pele menopausada, isso muitas vezes aumenta sensibilidade e pode piorar manchas.

O que fazer hoje:
• Simplifique e observe: limpeza suave + hidratação consistente + fotoproteção diária (sem trocar tudo de uma vez).
• Anote gatilhos e histórico: tempo de menopausa, uso ou não de hormônios, episódios de mancha, irritação com produtos e tratamentos prévios. Isso muda completamente a estratégia em dermatologia.

Expectativa realista:
Viço costuma aparecer em semanas; textura em 8–12 semanas; firmeza de verdade é construção de 3–6 meses, com plano por etapas.

Salve pra revisar.
O que te incomoda mais hoje: ressecamento, flacidez ou manchas? (Eu atendo no Jardim Maia, em Guarulhos.)
Não é a tirzepatida. É o mecanismo.

Na maioria dos casos, o rosto “derretido” após emagrecer com GLP-1/tirzepatida não é o remédio “envelhecendo” você.
É o emagrecimento rápido em alguns perfis — e o que muda depende da camada certa.

Na prática, eu checo 3 critérios:
- VOLUME: o rosto ficou mais fundo/“esvaziado”?
- SUSTENTAÇÃO: apareceu mais queda (bochecha, contorno, sulcos) mesmo sem parecer só falta de volume?
- PELE: a pele afinou, marcou mais e perdeu viço (principalmente 30+, sol, tabagismo, pouco sono, pouca proteína)?

Um critério testável que ajuda muito: se a mudança aconteceu junto com uma perda grande em pouco tempo (semanas a poucos meses), a chance de ser “mecanismo de perda rápida” é maior do que “efeito do remédio”.

Erro comum
Tentar resolver tudo com um procedimento só — e, pior, “compensar” a queda com preenchimento em excesso. Isso costuma pesar e tira naturalidade.

O que fazer hoje
- Ajuste o timing: se você ainda está emagrecendo, vale cuidar durante o processo (proteína adequada, treino de força e fotoproteção ajudam o rosto a acompanhar o corpo).
- Observe e descreva a camada dominante: esvaziou, caiu ou marcou a pele? Isso direciona a estratégia com mais segurança.

Expectativa realista
Quando eu trato, penso em etapas e com parcimônia: às vezes o foco é suporte/volume, às vezes é estímulo de colágeno e retração, às vezes é qualidade de pele — e muitas vezes é uma combinação. Naturalidade vem de diagnóstico, não de pressa.

Eu faço esse mapeamento por camadas na minha prática em dermatologia no Jardim Maia, em Guarulhos.

Salve pra revisar
No seu rosto, o que mudou mais: esvaziou, caiu ou a pele marcou?
Não é pele fraca. Na maioria das vezes, é barreira cutânea irritada.

Eu vejo isso direto no consultório: a pessoa testa uma “trend” e, em poucos dias, vem ardor, vermelhidão, descamação. E de brinde: acne inflama ou a mancha escurece.

Na prática, eu checo 3 critérios:
• O que entrou na rotina: ácido/retinoide, mistura de ativos, atrito, gelo, oclusão
• Frequência e combinação: foi todo dia? teve “camadas” demais? teve procedimento recente?
• Sinais de barreira rompendo: ardor persistente, repuxamento, coceira, até hidratante ardendo

Erro comum
Insistir porque “a pele acostuma”. Quando a barreira está irritada, insistir costuma aumentar inflamação e pode piorar rosácea, acne e hiperpigmentação pós-inflamatória (especialmente no melasma).

O que fazer hoje
• Pause a novidade e simplifique por alguns dias: limpeza suave + hidratante reparador + fotoproteção bem feita
• Se quiser testar algo novo depois, use um critério testável: introduza 2–3x/semana e monitore por 7 dias (a pele fica mais confortável ou mais reativa?)

Expectativa realista
Barreira cutânea não “vira do dia pra noite”. Muitas vezes melhora em dias a semanas, mas o tempo depende do quanto irritou e do que você manteve na rotina.

Eu atendo dermatologia no Jardim Maia, em Guarulhos, e a lógica aqui é sempre a mesma: ativo bom existe, mas no paciente certo, do jeito certo, na etapa certa.

Salve pra revisar.
Qual trend já irritou a sua pele?
Promessa na estética? Cuidado.

Não é sobre “fazer procedimento” ou “não fazer”.
Na maioria dos casos, o que define um bom resultado é pular ou não pular o diagnóstico e a indicação certa.

Na prática, eu checo 3 critérios:
- Diagnóstico em camadas (queixa não é causa)
- Critério + segurança (o que faz sentido e o que não faz)
- Visão de longo prazo (plano por etapas e acompanhamento)

Um critério testável para você usar hoje:
Se o profissional não consegue te explicar em uma frase qual é a hipótese principal do seu caso e qual é a lógica do plano (por etapas), isso não é clareza clínica — é tentativa.

Erro comum:
Escolher pela “promessa” e pela pressa. Aí a pele reage, piora sensibilidade, mancha inflama, e o que era para ser simples vira retrabalho.

O que fazer hoje:
- Peça para ver o plano por etapas (o que vem primeiro, o que vem depois e como vocês vão reavaliar)
- Pergunte quais são os riscos mais prováveis no seu caso e o que fazer se algo sair do esperado

Expectativa realista:
Dermatologia estética séria costuma ser previsível, mas raramente é instantânea. Resultado bonito, na maioria das vezes, é processo bem indicado e bem acompanhado.

Atendo no Jardim Maia, em Guarulhos.

Salve pra revisar.
Qual desses 3 critérios você mais sente falta quando vê conteúdo de estética no Instagram?
Não é o “melhor creme”. É a causa da sua olheira.

Na maioria dos casos, você não está errando no produto.
Você só está tratando a causa errada (e aí nada parece funcionar).

Na prática, eu checo 3 critérios:
- COR: marrom/acinzentada ou roxa/azulada?
- TEXTURA: pele fina “transparente” ou irritada/descamando?
- FORMATO: existe sulco/bolsa fazendo sombra?

Um teste rápido no espelho (sem puxar a pele):
Se o que você vê é uma sombra com “vãozinho” ou bolsinha, isso costuma ser estrutural/anatômico. Creme pode melhorar a pele, mas muitas vezes não apaga a sombra.

Erro comum:
Esfregar, coçar e “caprichar no ácido” perto dos olhos para clarear. Em pele sensível, isso pode inflamar e escurecer mais.

O que fazer hoje:
- Fotoproteção diária que não irrite a região dos olhos (e reaplicar quando fizer sentido na sua rotina).
- Aplicar pouca quantidade e manter distância da linha d’água; se arder, descamar ou coçar, pause e priorize acalmar a pele.

Expectativa realista:
Olheira costuma exigir estratégia em camadas. Rotina bem escolhida ajuda muito, mas o resultado depende do tipo (pigmentar, vascular, estrutural ou inflamatório) e do tempo de consistência.

Eu atendo dermatologia no Jardim Maia, em Guarulhos, e esse raciocínio de “tipo de olheira” é o que guia qualquer plano bem feito.

Salve pra revisar.
Olhando no espelho agora: a sua parece mais marrom, roxa, sombra ou inchaço?
Mancha piora na corrida? Muitas vezes não é só o sol.

O erro é achar que “passei protetor, estou protegida”. Em melasma e mancha pós-inflamatória (PIH), a corrida soma gatilhos que mantêm o pigmento ativo.

Na prática, eu checo 3 critérios:
• Se a proteção cobre UV + luz visível (principalmente no melasma)
• Se a aplicação foi na quantidade certa e com antecedência
• Se houve calor, suor e atrito suficientes para inflamar a pele

Erro comum
Passar uma camada fina “em cima da hora” e depois esfregar o rosto com toalha/camiseta durante o treino. Isso irrita a pele e pode piorar a hiperpigmentação.

O que fazer hoje
• Teste um critério simples: regra dos 2 dedos no rosto + aplicar 15–20 min antes de sair (sem meia camada)
• Reduza gatilhos mecânicos: boné/viseira + óculos e, na reaplicação, retire o excesso de suor com lenço sem esfregar antes de reaplicar

Expectativa realista
Mesmo com fotoproteção bem feita, algumas manchas não estabilizam porque o ponto central é diagnóstico (tipo de mancha e fototipo mudam a estratégia). Na dermatologia, eu sempre penso em plano por etapas: proteção correta, skincare coerente e, quando faz sentido, tecnologias.

Salve pra revisar.
Na sua corrida, o que mais te sabota: sol, luz, calor ou atrito/suor?

Atendo no Jardim Maia, em Guarulhos.
Lavar o rosto de manhã pode estar piorando sua pele depois dos 40.

Não é “falta de produto”. Na maioria dos casos, é excesso de limpeza (e hidratação que não sustenta a barreira cutânea).

Na prática, eu checo 3 critérios:
• Depois de lavar, a pele fica repuxando por mais de 5–10 minutos?
• Arde com produtos que antes eram “normais”?
• Apareceu descamação, fissurinhas ou acne inflamatória/oleosidade rebote?

Um erro comum: escolher o cleanser pelo “poder de limpeza” e aceitar a sensação de pele esticada como se fosse sinal de que ficou limpa. Limpo não é repuxando.

O que fazer hoje
• Teste 7 dias de limpeza mais gentil pela manhã: água fria/morna e secar sem esfregar; cleanser só se você suou muito, dormiu com algo bem oclusivo ou sente necessidade real.
• Depois, hidrate pensando em barreira (não em “mimo”): prefira fórmulas com glicerina, ceramidas e/ou niacinamida, e observe se a pele para de reclamar.

Expectativa realista: quando o problema é barreira fragilizada, a melhora costuma ser progressiva em dias a poucas semanas. Se ardor e descamação persistem, ou se a acne inflamatória piora, vale investigar com critério em dermatologia.

Eu vejo isso com frequência no consultório no Jardim Maia, em Guarulhos.

Salve pra revisar.
Qual sinal aparece mais em você: 1) repuxamento 2) ardor 3) descamação?

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PERGUNTAS FREQUENTES

Veja as principais dúvidas

Ainda tem alguma dúvida?

Nossa equipe pode orientar você sobre consulta, avaliação e próximos passos para o seu caso.

Como funciona a primeira consulta na Clínica Suganuma?

A primeira consulta é o momento em que entendemos sua queixa principal com critério médico. Avaliamos pele, cabelo ou corpo conforme sua necessidade, revisamos histórico, hábitos e objetivos, e a partir disso definimos o que faz sentido para o seu caso. Quando há indicação, montamos um plano personalizado, com clareza sobre o que tratar, por que tratar e como manter os resultados.

A Clínica Suganuma une dermatologia clínica e estética. Isso significa que não olhamos apenas para a aparência da queixa, mas também para o que pode estar por trás dela. Manchas, queda de cabelo, flacidez, acne, melasma e envelhecimento cutâneo, por exemplo, precisam de avaliação adequada para que a conduta seja segura, coerente e individualizada.

Aqui, a indicação não parte de um procedimento pronto, e sim da necessidade real da paciente. Nossa decisão considera diagnóstico, fase de vida, rotina, grau da queixa, expectativas e resposta da pele. Tecnologias e procedimentos entram como ferramentas dentro de um plano bem indicado — não como soluções genéricas para todo mundo.

Não. Na maioria das vezes, a paciente chega sabendo o que incomoda, mas não necessariamente qual é o melhor caminho. E isso é o mais seguro. Nossa função é avaliar o seu caso, alinhar expectativas e indicar a conduta mais apropriada, que pode envolver skincare, acompanhamento, tecnologias ou procedimentos, sempre com foco em naturalidade e segurança.

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